John Wesley respondendo à pergunta de como ele atraía as multidões: "Eu me coloco em chamas, e o povo vem para me ver queimar!"

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Isaías 9.6: “Maravilhoso Conselheiro” ou “Maravilhoso, Conselheiro”?

O texto de Isaías 9.6 diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”
Uma certa polêmica surgiu ao redor desse versículo no que diz respeito aos termos Maravilhoso e Conselheiro. Certa vez alguém disse que a forma correta do texto não seria como a traduzida em nossas versões de grande maioria: “Maravilhoso, Conselheiro”, mas deveria ser “Maravilhoso Conselheiro”.
Talvez para alguns isso não faz diferença alguma, mas se analisarmos com calma, veremos que a vírgula atribui ou remove um caráter de Cristo: o ser Maravilhoso, que faz Maravilhas.
Note o que acontece logo após, com a expressão  “Deus forte”. O adjetivo “forte” está na função atributiva, e dá a qualidade ao substantivo ‘el (Deus):  “ ‘el gibor “, isto é, “Deus forte”.
Por essa razão, é possível afirmar que o seu nome será:  “maravilhoso (por si só), conselheiro (por si só), Deus forte (Deus com a qualidade de forte), pai eterno……
Precisamos analisar como falamos e como está escrito.
Que o Deus forte, eterno, conselheiro, e que é maravilhoso nos abençoe grandemente.

Resumido por JUMEPE

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Gotas Bíblicas - Exaltados Pelo Senhor

Tiago 4:10 - Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará. 
O apóstolo Tiago, repreende seus irmãos, por causa do comportamento não cristão que ostentavam. Uma das atitudes reprovadas foi a auto-exaltação: “Humilhai-vos perante o Senhor e Ele vos exaltará” (Tiago 4:10).

A auto-glorificação é um indício de que a pessoa não está bem emocionalmente. Auto elogio significa, no mínimo, que a pessoa sofre de auto-rejeição. Quem não gosta de si mesmo precisa, sempre, de fazer auto-propaganda. E, quando os outros não ficam batendo palmas para ele, passa a ter depressão e irritação.

Nestes casos, o conselho de Tiago parece meio esquisito. Ele sugere, primeiro, que a pessoa reconheça a superioridade do Senhor – o que não deveria ser muito difícil porque, afinal de contas, o Senhor é Deus e superior à toda a criação. Depois, Tiago sugere que a pessoa procure depender da superioridade do Senhor – só que o verbo usado por ele é um misto de promessa bíblica e de fé: “Ele vos exaltará”. Em outras palavras: quando temos o bom senso de aceitar a superioridade do Senhor, Ele nos abençoa com o fortalecimento de nossa personalidade. Exaltação que produz saúde espiritual é a que vem do Senhor.
 

Extraído de Amor em Cristo

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O Enorme Número das Bênçãos

Salmos 71:15 - A minha boca manifestará a tua justiça e a tua salvação todo o dia, pois não conheço o número delas. 

No Salmo 71 Davi explica a razão de sua postura de gratidão e louvor ao Senhor: "A minha boca relatará as bênçãos da Tua justiça e da Tua salvação todo o dia, posto que não conheça o seu número" (Salmo 71:15).

A memória humana é impressionantemente frágil, quando se trata de relatar as bondades de Deus para conosco. Por outro lado, quão grande é a nossa lista, quando se trata de nossas mágoas e de nossas queixas. Ao ponto de, às vezes, acharmos que o Senhor nos esqueceu.

Neste contexto, a atitude do salmista destoa das nossas tendências. Depois de alguma meditação, ele descobriu que o Senhor não tira férias, quando se trata de ajudar Seus filhos. Noite, dia, domingos e feriados. Neste ponto, depois de muito pensar, concluiu: na verdade, nós nunca saberemos o número completo das bênçãos divinas. Não somente não conhecemos a intensidade e a fidelidade de Suas bênçãos - mais do que isto, na maioria das vezes, nem sequer entendemos a razão, não nos surpreendamos quando, ao amadurecermos em nossa comunhão com Ele, de vez em quando detectamos as intervenções divinas. Vale a pena aprender a contar as bênçãos que recebemos Dele. Quer entendamos ou não.



Extraído de Gotas Bíblicas por Pr. Olavo Feijó
devocionaisamoremcristo.com

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Por que glorificar a Deus?

Estamos no 4º Domingo de Advento: tempo que Deus nos dispõe para nos prepararmos para a vinda do Deus menino; tempo de relembrarmos a ação graciosa de Deus em nossas vidas; tempo de espera, alegria e disposição para percebermos e colocarmos sinais do Deus presente entre nós.

Temos ainda uma semana para o dia de Natal. Imagino que nestes dias temos muitos afazeres: é tempo de limpar nossa casa e deixá-la bonita para o dia de Natal; é tempo de ensaio dos teatros de Natal e de encerramento dos trabalhos de grupos nas comunidades; é tempo de confraternização com amigos e colegas de escola e trabalho; é tempo de 13º salário; é tempo...
Em meio a este tempo nos reunimos como Comunidade do Deus encarnado para ouvirmos sua palavra e fortalecermos a fé. E a Palavra de Deus, conforme o apóstolo Paulo, nos convida para glorificarmos a Deus: “Louvemos a Deus!” (v. 26a), “ao Deus único e sábio seja dada glória...” (v. 27). Podemos perguntar: Por que glorificar a Deus?

Conforme o dicionário Aurélio, glorificar significa dar glória a; honrar, exaltar, engrandecer. Diariamente glorificamos coisas e pessoas. Somos domados de tal forma pela sociedade que glorificamos, exaltamos e honramos as mais diversas coisas sem questionar, sem nos perguntar o porquê? Corremos de um lado para o outro, trabalhamos, talvez, como nunca se trabalhou na história da humanidade. Nesse trabalhar nos cansamos, nos estressamos, adoecemos. Passamos a ver o trabalho como algo penoso e desagradável. Nos tornamos ásperos e secos com colegas de trabalho. Chegamos em casa irritados e sem paciência, o que impossibilita um momento de diálogo e comunhão familiar. Cansados deitamos no sofá da sala ou na cama, onde o nosso ego é alimentado por programas televisivos que incentivam o consumo. Assim, é posto diante de nós o último lançamento de celular, o novo modelo de carro ou moto, brinquedos e mais brinquedos que fascinam nossos filhos, câmeras digitais, roupas e tantas outras coisas. E tudo isso com “preços promocionais” para animar e alegrar o nosso Natal!

No meu cansaço sou tomado pela vontade de comprar e ter estes produtos para melhorar a minha vida. Penso, então, no meu salário e percebo que preciso trabalhar mais, preciso fazer um sacrifício a mais, horas extras, vender as férias – o meu direito de descanso... Quem sabe, assim, poderei ter para comprar e me alegrar.
E assim, sonhando, correndo, trabalhando e consumindo vai passando o tempo que Deus me dá de graça. E neste viver não tenho tempo para meus filhos, minha esposa ou meu marido, nem para meus amigos e vizinhos, e por vezes, não sobra tempo para a Comunidade!

O que mesmo a Palavra de Deus, através do apóstolo Paulo, nos convida? Glorificar a Deus! Mas porquê? O Evangelho nos deixa a resposta, qual seja: Deus se faz presente na história de uma pobre e humilde moça, que traz no seu ventre o menino Jesus, o messias anunciado e esperado para a salvação das pessoas.
A história do texto se passa numa vila da Galiléia, chamada Nazaré. Galiléia era considerada pelos judeus um lugar muito longe e estranho, influenciado por costumes e tradições de povos pagãos. Por isso os mestres judeus diziam: “Da Galiléia não pode vir nada de bom!” Além disso, Nazaré era uma vila pobre, desconhecida, onde nunca nenhum profeta de Deus havia estado.

No centro desta história está Maria, uma jovem que tem casamento contratado com José. Um anjo aparece a Maria e lhe apresenta uma proposta de Deus: aceitar ser a mãe de um filho especial, o messias enviado por Deus para salvar o seu povo, para lhe oferecer vida e salvação.

A história de Maria de Nazaré, bem como a de tantas outras pessoas que foram chamadas por Deus, nos deixa claro que é através de homens e mulheres que Deus realizou e continua realizando o seu projeto de salvação para as pessoas. Já pensamos que é através de nossos gestos de amor, de partilha e de serviço que Deus se torna presente no mundo e transforma o mundo?
Neste domingo que antecede o Natal, a história de Maria mostra como é possível fazer Jesus nascer no mundo: através de um “SIM” incondicional aos projetos de Deus. É preciso que através de nossos “sins”, da nossa disponibilidade e entrega, Jesus possa vir ao mundo e oferecer às pessoas – de maneira especial aos pobres, humildes, infelizes, desesperançados – a salvação e a vida de Deus.
Será que o motivo da nossa correria e cansaço não é justamente porque não correspondemos ao projeto de vida que Deus tem nos preparado?

Precisamos sempre de novo nos dar conta dos instrumentos que Deus usa para realizar seus planos: Maria era uma jovem mulher de uma pequenina aldeia cheia de pessoas pagãs de onde “não podia vir nada de bom”. O texto nada fala que Maria teve uma preparação especial, que ela tinha conhecimentos teológicos, ou amigos poderosos nos círculos do poder. Apesar disso foi escolhida por Deus para desempenhar um papel importantíssimo na história de salvação de Deus com o seu povo. Isso nos deixa claro que, para Deus, não é o poder, a riqueza, a importância social que determina se sou ou não capaz de participar no projeto de Deus. Deus age através de homens e mulheres, independente de suas qualidades humanas. O que é decisivo é a disponibilidade e o amor com que se acolhem as propostas de Deus. Com certeza Maria tinha o seu programa de vida e os seus projetos pessoais – casamento estava encaminhado. Porém, diante do convite de Deus, esses projetos pessoais passaram naturalmente e sem dramas a um plano secundário!

Na atitude de Maria não há qualquer sinal de egoísmo, de comodismo, de orgulho, mas há uma entrega total nas mãos de Deus. O jeito de Maria é um jeito que nos questiona: no meio da agitação de todos os dias, encontro tempo e disponibilidade para ouvir Deus, para tentar perceber os seus sinais que demonstram a sua presença no meu dia-a-dia?

Somos, então, convidados a glorificar Deus porque ele ama as pessoas e tem um projeto de vida para oferecer. Um projeto no qual as pessoas mais humildes são convidadas especiais; um projeto cheio de amor que se concretiza porque uma jovem mulher teve a coragem de dizer: “Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o Senhor acabou de dizer” (v.38).
Glorifiquemos o Deus que se tornou gente. E, para que seja verdadeiramente Natal na nossa terra, usemos este tempo para percebermos e colocarmos sinais do Deus presente entre nós. Sejamos discípulos de Jesus. Amém.

Por Décio Weber
decioweber@teiasat.com.br

sábado, 18 de dezembro de 2010

Você já experimentou ficar 21 dias sem reclamar de nada?


Ficar 21 dias sem reclamar, sem falar mal de ninguém e sem criticar.

Essa é a proposta da JUMEPE, encabeçada pela Presidente e seus Conselheiros e apoiada pelo Pastor José Martins.
A idéia é simples, são necessários 21 dias para se formar um hábito e desafiar a si próprio a passar 504 horas sem reclamar de nada. Se errar e reclamar, volta para o ponto zero.
Os interessados procure a Graciele, pois já tem um grupos iniciado no dia 11 de dezembro.
"Gostaria de avisar que quando conseguirmos terminar a Campanha(todos), teremos uma festa".
Galera, vamos nos empenhar, mas não pela festa e sim por Jesus que nunca reclamou de nada!
DEUS seja contigo!!!

Graciele

FELIZ NATAL E FELIZ ANO NOVO